A vida não pode ser vista como uma estação

como diria Paulo Coelho: A vida é um trem, não faça dela uma estação [...]

domingo, 27 de novembro de 2011

Sinto, e basta!

         O amor que em mim está, sinto vir de você, ou não? É de mim, mas é tão forte que parece não ser meu, mas será teu então? Ou não sou tão humana, tão racional para saber? Estou confusa, mas não me sinto assim, pareço-me lúcida, mas tão fora de mim, fora do que eu sempre jurei ser eu. Acho que estou crescendo ou me apaixonando, apaixonada? Talvez, mas não sei porque é tão difícil assumir essa causa. Sinto-me flutuar, viajar e não consigo imaginar-me sozinha, imagens de seus olhos e gargalhadas me devoram e invadem, deu vontade de chorar. Porque sou tão pequena? Tento escrever o que não se descreve, tento falar de sentimentos, coisa que a mente ou a ciência humana é incapaz de descrever. Mas sinto-me, com necessidade de você, de mim, de nós dois juntos, daquelas palavras doces e os elogios timidamente ditos. Sei que o tenho, mas não te possuo, te quero, mas amo senti tua falta. Como sou estanha e ambígua. Estranho ser eu e amar você!

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