O amor que em mim está, sinto vir de você, ou não? É de mim, mas é tão forte que parece não ser meu, mas será teu então? Ou não sou tão humana, tão racional para saber? Estou confusa, mas não me sinto assim, pareço-me lúcida, mas tão fora de mim, fora do que eu sempre jurei ser eu. Acho que estou crescendo ou me apaixonando, apaixonada? Talvez, mas não sei porque é tão difícil assumir essa causa. Sinto-me flutuar, viajar e não consigo imaginar-me sozinha, imagens de seus olhos e gargalhadas me devoram e invadem, deu vontade de chorar. Porque sou tão pequena? Tento escrever o que não se descreve, tento falar de sentimentos, coisa que a mente ou a ciência humana é incapaz de descrever. Mas sinto-me, com necessidade de você, de mim, de nós dois juntos, daquelas palavras doces e os elogios timidamente ditos. Sei que o tenho, mas não te possuo, te quero, mas amo senti tua falta. Como sou estanha e ambígua. Estranho ser eu e amar você!
A vida não pode ser vista como uma estação
como diria Paulo Coelho: A vida é um trem, não faça dela uma estação [...]
domingo, 27 de novembro de 2011
Doces e amargas lembraças
Saudade, ah saudade...do mundo de amores, brincadeiras e doces sabores, que o tempo não volta mais. Mundo onde todos são sinceros e brincadeiras não são sérias, mas levarei pra vida toda. Tempo em que nada me importava e o pouco me bastava. Saudade de brincar com a areia, me sujar e essa ser a melhor parte da brincadeira, sem me preocupar com a hora a passar. Do tempo em que dizia eca pra o beijo, achava que nunca iria beijar. Doce engano, as paixões foram se aproximando e não consegui me controlar, veio o primeiro beijo, o segundo, o terceiro e quem disse que consegui parar? Talvez por um mês, dois meses ou até um ano, mas mais do que isso, não deu e acho que nem vai dar.
Saudade de não ter que pensar para agir, de não ter que medir consequências. Ahhhh saudade, daquele mundo sem aparências. Não precisava estudar, mas como se depois o mundo me obrigaria a me formar, para assim poder viver, ou não...procurando uma palavra leve, mas me veio escravidão, escravidão de um mundo capitalista e não sei não, será que tem outra solução?
O mundo mostrou sua face mal lavada, mas bem atraente, cheio de armadilhas e amores eloquentes. Pessoas em que o seu assunto principal é a sua vida, ou a minha, ainda não sei, mas que pouco se importam em fazer o bem. Como me revolto ao ver isso acontecer, como acho que eu e você não tem nada a ver, ou temos, basta querer e aceitar o que o mundo nos oferece: a oportunidade de conhecer, pessoas tão diferentes de nós, que faz tudo isso se mover. O problema é entender, que o mundo não é seu, mas pode ser...
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Mais que a mim .
Há fases na vida que nos perdemos, outras que nós achamos que nos achamos, mas agora, me sinto em busca. Em busca do que nem imagino o que seja, mas que não tenho o objetivo de encontrar, pois tenho certeza que o melhor caminho é o do percurso. Quando sentir que cheguei lá, imagino-me no fundo de um buraco com flores gentis e salgadas lágrimas fertilizando toda a terra que cobrirá meu rosto, deixando-me cega.
Mas ainda assim, gosto de pensar em assuntos bobos, que talvez não me levem a lugar algum, mas me fazem sonhar, imaginar, recordar, rir, buscar em mim vontades e desejos com ardentes vontades de serem cumpridos, mas não se realizam por questões morais, porém agora, não sei se me importo.
Vontades e pensamentos, de efêmeros a duradouros corroem a minha carne e agitam meus neorônios. E me veem dúvidas... frases começando com "por que" me vem à mente e também não quero a resposta para nenhuma. O que me faz lembrar o porquê da minha busca, que não sei se é por mim mesma ou pelos momentos que imagino querer viver.
Estranho não parecer dona da minha vida, estranho não se parecer comigo mesma, é isso que me pertuba e me constrói : não ser eu e ao mesmo tempo, ser parte de mim.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Quem sou eu?
Ainda não achei palavras pra me descrever, porque isso é uma coisa que só com o convívio você pode saber, mas na verdade nem eu mesma sei na verdade quem eu sou. Já mostrei meu ponto de vista para cada coisa mas com o passar do tempo, ganhei conhecimentos, mudei de opinião várias vezes, isso é ruim? Não isso é aprofundamento.
Já disse que os meus amigos seriam eternos,que iríamos ficar velhinhos juntos, e que nada ia destruir a nossa amizade, não precisou destrui-la simplesmente acabou, e pessoas foram embora da minha vida, sem que eu percebesse, outras permanecem, outras ainda irão embora e outras ainda estão por vir. Já botei a minha mão no fogo por várias pessoas e quemei minha mão por várias vezes, jurei que não iria mais chorar por quem não merece minhas lágrimas, mas não consegui e chorei. Disse que confiaria nas pessoas e que todo mundo merecia confiança, e realmente merecem, mas muitos já perderam a minha e muitos ainda irão perder, espero que eu esteja errada.
Deixei de fazer muitas coisas por medo e depois me arrependi de ter feito, fiz muitas coisas e me arrependi de todo jeito, mas o que vale é a tentativa, a vida não passa de uma. Brinquei na hora errada, rir em ocassiões impróprias, briguei com quem não tinha nada a ver com a história, e por um momento até achei que tinha razão. Demorei a aprender a pedi desculpa, obrigado e por favor são palavras que não faltam no meu vocabulário, estudo é a única coisa que leva alguém pra frente (falo de pra frente meeeeesmo), de forma honesta. Perdoei muitas vezes e sempre vou perdoar, porém existe coisas que a gente não esquece, suporto várias coisas, aceito e tento me adequar a várias situações, mas não me peça pra ser inerte, e ficar calada ao ver coisas erradas acontecendo, essa não sou eu, e eu não vou ficar calada.
No que eu puder ajudar, ajudarei, farei possível e até um pouco do impossível, mas só para aqueles que merecem. Não gosto de comodismo, arrogância, falsidade.Não sei fingir sentimentos, e desconfio daqueles que me amam em um dia que convívio. Como pode ver, minha vida foi e será sempre cheia de coisas e conceitos: brinquei, briguei, discuti. Amei, rejeitei, descartei. Paquerei, me enrolei, não gostei, sai. Me afligi, me contentei, me alegrei, segui. Corri, estudei, me ferrei, quase enlouqueci. Deitei, rolei, e não dormi. Acordei, me assustei, mas sorri. Abracei, pulei e cai. Levantei, me envergonhei, mas passou e nem morri. Comi, empachei e exlodi. Amei, não me amei e sofri. Confiei, ajudei e me decepcionei, tou viva e que tiver por vir, enfrentarei, não temerei, e todos os meus objetivos alcançarei.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
O Porquê..
Sei lá, sempre pensei em fazer um blog, mas nunca me veio a cabeça necessariamente pra que, ou o porquê. Mas pra mim isso não importa mais. O que quero é escrever, quero falar de sentimentos, dúvidas, questionar e tentar melhor me compreender (escrevendo é um bom começo). Possa ser que ninguem me visite ou não der a menor importancia para o que digo, mas me sinto bem escrevendo, e é isso que me importa agora. Espero que der certo!
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