A vida não pode ser vista como uma estação
como diria Paulo Coelho: A vida é um trem, não faça dela uma estação [...]
domingo, 1 de abril de 2012
Jogo de enganos
Esse vontade de deixar o subentendido explicito, querer que tudo seja claro, transparente a irritação quando isso não acontece faz-me ter atitudes que obriga que isso aconteça, na verdade, isso não é bom. A pressa atropela o processo lento e natural, com aquele velho toque de Deus, é inteiramente destruído, mais uma vez, isso não é bom. A minha impaciência e a minha impulsividade, dois integrantes para minhas atitudes e palavras impensáveis me prejudicou e magoou alguém. Sofremos, estamos sofrendo. Dói, como se tivesse arrancado um pedaço, uns diriam que era um pedaço do coração, mas não, é um pedaço da minha mente, aquele pedaço responsável por tudo: estudo, família, amigos, só o que sobrou foi você e todas aquelas lembranças. Me sinto perdida e desesperançosa. Tudo foi uma ilusão? Caraca, nunca pareceu que fosse! Como somos bobos, acreditamos nos olhares, eles também enganam, nos enganaram. Não sei se fizemos certos, terminamos antes de tentar...impulsos de não ir atrás, chama-se regresso. Medo, essa talvez seja a melhor palavra que nos define, medo de assumir a causa, medo de se entregar, medo de errar, medo de não dar certo e sofrer, medo, medo, medo dessa palavra, logo eu que sempre disse: Vai, arrisque-se! Doce veneno.Tolos, burros e fracos. É, talvez não estivéssemos realmente preparados, mas quem vai saber: aquela que é cabeça dura ou você, confuso e orgulhoso? E assim se segue, quando achamos que não vai haver mais dúvidas, outras aparecem e só o tempo nos responderá se nessa confusão de sentimentos e omissões, se o "deixar pra lá" realmente foi o melhor. É, na proporção de 1/100, ainda há possibilidade não é mesmo?
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