Saudade, ah saudade...do mundo de amores, brincadeiras e doces sabores, que o tempo não volta mais. Mundo onde todos são sinceros e brincadeiras não são sérias, mas levarei pra vida toda. Tempo em que nada me importava e o pouco me bastava. Saudade de brincar com a areia, me sujar e essa ser a melhor parte da brincadeira, sem me preocupar com a hora a passar. Do tempo em que dizia eca pra o beijo, achava que nunca iria beijar. Doce engano, as paixões foram se aproximando e não consegui me controlar, veio o primeiro beijo, o segundo, o terceiro e quem disse que consegui parar? Talvez por um mês, dois meses ou até um ano, mas mais do que isso, não deu e acho que nem vai dar.
Saudade de não ter que pensar para agir, de não ter que medir consequências. Ahhhh saudade, daquele mundo sem aparências. Não precisava estudar, mas como se depois o mundo me obrigaria a me formar, para assim poder viver, ou não...procurando uma palavra leve, mas me veio escravidão, escravidão de um mundo capitalista e não sei não, será que tem outra solução?
O mundo mostrou sua face mal lavada, mas bem atraente, cheio de armadilhas e amores eloquentes. Pessoas em que o seu assunto principal é a sua vida, ou a minha, ainda não sei, mas que pouco se importam em fazer o bem. Como me revolto ao ver isso acontecer, como acho que eu e você não tem nada a ver, ou temos, basta querer e aceitar o que o mundo nos oferece: a oportunidade de conhecer, pessoas tão diferentes de nós, que faz tudo isso se mover. O problema é entender, que o mundo não é seu, mas pode ser...
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